Diário da Prisioneira da Rua Oito

*

sábado, 6 de setembro de 2008

Só acredito no Inferno quando estou nele.

Quando meu corpo pensa, todo o resto se cala
e minha pele inteira tem uma alma.
Sou uma mulher que renasce sob cada céu onde me curo da dor de amar.
Fazer o quê? Mentir, mentir sempre.
Com insolente orgulho, eu prego e amo a mentira!

Nenhum comentário: