Diário da Prisioneira da Rua Oito

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sábado, 6 de setembro de 2008

A quem interessar.

Serei sempre uma mulher com tudo que um homem pode temer sem cessar de amá-la. E é bom que ele saiba que minha crueldade, minha obstinação e minha reserva orgulhosa não excluem a traição, longe disso.



Um comentário:

Yolanda Azevedo disse...

Nossa amiga, que profundo, rs.
Beijos.