Diário da Prisioneira da Rua Oito

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domingo, 14 de setembro de 2008

Espelho meu!

Deus criou-me para menina. Assim permanecerei, mesmo que a vida me bata e tire todas as minhas bonecas.

A volta ao estado infantil me é sempre possível.
Assim, sigo irresistível, na fantasia nostálgica da onipotência infantil que nunca perdi.


Meu encanto repousa sobre o fato de que a criança que há em mim se basta, simplesmente.

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